terça-feira, 6 de março de 2012

Imagens do Projeto Finalizado

Observador no início da Rua Square Montsouris



Percurso que leva ao patamar e, logo em seguida, aos lances de escada.


 O patamar é feito de pedra e as escadas seguintes, de concreto.





 A parede da fachada é formado por um jogo de quadrados e retângulos que se revezam em diferentes profundidas; a transparência e a opacidade também se revezam; os vitrais são coloridos, de forma a relacionar-se com os tons do piso de pedra; todos esses elementos transformam a fachada quase que em uma escultura fazendo parte da galeria.


 Vista da Avenida Reille.




Chegando no mirante.




Vistas internas.


Vista interna da cobertura zenital.



Essa parede interna que aparece na imagem acima serve de expositor de quadros e esculturas e é semelhante à parede da fachada, relacionando-se a ela.

Vista superior.


Vista superior interna.


"Finalizando" o Projeto

   Depois de muitos testes, estudos e buscas por referências, o projeto começa a tomar sua forma "final" (na verdade, um projeto nunca tem um fim; ele pode ser mudado, transformado, atualizado, enfim, alterado inúmeras vezes).

 


Obs: os quadrados preenchidos e não-preenchidos representam um jogo de opaco e transparente, respectivamente.

E os Croquis Continuam




   Croqui de estudo de um possível patamar no final do percurso, seguido de um lance de escadas. 




   Nessa outra imagem, um croqui de estudo da galeria em seu interior.

Definindo uma volumetria






   Essa imagem representa a busca por uma volumetria baseada em três partes conectadas. O primeiro volume, para quem olha da esquerda para a direita, apresenta o menor pé-direito, por se tratar apenas de um hall de chegada. Os outros dois se conectam, devido o fato de terem o mesmo pé-direito e são mais altos que o primeiro volume, devido o fato de possuirem a função mais importante internamente: a própria galeria. No lado direito do croqui está representada uma escada circular (que como já foi dito anteriormente, teve de ser abandonada e substituída por lances de escadas retas) que conduz a uma espécie de mirante. Esse tem como função valorizar as visuais da cidade.

Primeiros Rabiscos







   Com esses croquis bem iniciais, tentei definir o espaço que seria construído bem como uma espécie de circulação e os acessos. Esse seria o percurso do usuário ao longo da galeria. A área circulada representaria uma espécie de "fechamento" do percurso, que pensei em marcar com uma escada helicoidal, o que representaria uma retomada da escada helicoidal que há na entrada da casa. Depois de muitos cálculos, concluí que a tal escada, infelizmente, não se encaixaria naquele espaço e decidi adotar escadas retas. 

O Programa de Necessidades

   Lançada a proposta, comecei a pensar que tipo de espaço poderia ser projetado. A ideia veio quase que de imediato: a criação de uma pequena galeria de artes. Como a Casa Ozenfant trata-se de uma casa-atelier destinada a um artista, seria interessante que o pintor pudesse ter um espaço para também expor as suas obras, numa espécie de "mini-exposições".  

A Proposta

   A proposta tratava-se de uma intervenção no terraço da casa juntamente com a retomada dos sheeds, de forma a criar um novo e pequeno espaço que complementasse a residência integrando-o aos sheeds.